
Ya no más cuerpos muertos: mediación e interrupción en el reconocimiento de lo ranquel
Já não mais corpos mortos: interrupção no reconhecimento do ranquel
A partir de minha pesquisa sobre a (re)emergência indígena numa província argentina e do registro de um sucesso etnográfico testimunhado na ocasião da restituição do crânio de um cacique ranquel, neste ensaio desenvolvo uma interpretação sobre o corpo, a morte, o fetiche e o fantasma que procura contribuir com perspectivas para estudar e vincular-se com o desenrolar do reconhecimento de identidades, mais além de certo construtivismo social.
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